"Ele deve estar confundindo o VLT com o BRT", diz Loyola sobre criticas de Bruno Reis
Declaração responde à crítica do prefeito Bruno Reis de que o VLT "não leva a lugar nenhum", o secretário de Relações Institucionais da Bahia

Foto: Reprodução/Instagram/@adolpholoyola | Ane Catarine/Farol da Bahia
O secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, rebateu, nesta terça-feira (28), as críticas feitas pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Para Loyola, o gestor "confunde o VLT com o BRT".
Em entrevista à rádio Baiana FM, o secretário rebateu a declaração de Bruno Reis de que o VLT "não leva a lugar nenhum" e pontuou que a prefeitura de Salvador "governa para quem casta maior".
"Ele deve estar confundindo o VLT com o BRT. 'Nada a lugar nenhum' é porque a gente está no subúrbio ferroviário, porque se fosse para ligar da rodoviária para Itaigara, ou algum canto para Graça, eles fariam alguma coisa", afirmou Loyola.
"Nós estamos ligando e colocando transporte público de qualidade, com ar-condicionado, com vagões para marisqueiras, pescadores, com todo esse cuidado para o subúrbio, onde está o trabalhador, onde está a pessoa humilde. Eles não conhecem esse tipo de gente. Eles governam para a casta maior", complementou.
O secretário ressaltou que o VLT será integrado com o Metrô de Salvador e estimou que as viagens durarão menos de 30 minutos.
"Esse VLT vai interligar com o metrô. Então a pessoa que gasta duas, três horas para sair de lá do subúrbio, para vir trabalhar nas casas dessas pessoas, no Itaigara, na Graça, vai poder fazer isso em menos de meia hora com transporte público de qualidade", disse.
Loyola também criticou o sistema de ônibus da capital baiana e ressaltou que a promessa de ter uma frota completa com ar-condicionado, feita ainda quando ACM Neto era prefeito de Salvador, ainda não foi cumprida.
"Esse grupo político, desde quando a ACM Neto ganhou a prefeitura, disse que ia colocar ar-condicionados nos ônibus. Até hoje não conseguiu fazer isso", afirmou.


