Radicado na Bahia, empresário Hari Hartmann, que é descendente de alemão, integra em missão estratégica na Alemanha!
Aos detalhes....

Foto: Divulgação
O empresário, diretor da Polo Salvador e da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Hari Hartmann, integrou durante esta semana a comitiva brasileira na Alemanha para dois importantes eventos do setor industrial: o 42º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA) e a a Hannover Messe. A missão, que ocorreu desde o dia 19 e termina hoje, 24 de abril, ganha relevância especial em 2026, ano em que o Brasil é o país parceiro oficial da feira de Hannover, o principal palco mundial para discussões sobre Indústria 4.0 e inteligência artificial.
Na última segunda-feira, Hartmann participou do EEBA, fórum liderado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Federação das Indústrias Alemãs (BDI) com foco em investimentos em hidrogênio verde e inovação digital. “Participar deste encontro foi uma oportunidade de buscar parcerias diretas e entender como aplicar tecnologias globais na nossa realidade local. Meu olhar aqui é de quem busca soluções que somem às nossas práticas, garantindo que a indústria que produzimos na Bahia continue avançando, mas a passos mais largos”, explica o executivo.
Seguindo a agenda, o empresário está participando da Hannover Messe, a maior feira industrial do mundo que contou, inclusive, com a participação do presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, na cerimônia de abertura. O evento reúne referências globais em inovação, tecnologia e segmento industrial em uma vasta programação que inclui painéis sobre automação e digitalização, energia e infraestrutura industrial, pesquisa e transferência de tecnologia, além de debates sobre inovação.
“O que mais me chamou atenção na feira foram as apresentações em torno da inteligência artificial e da robotização, especialmente como resposta à dificuldade de mão de obra. A IA é a grande chave do momento, quase tudo está contando com o suporte dela. Nos processos de criação, o objetivo é acelerar, otimizar e também reduzir custos. Dessa forma, a feira nos permitiu ampliar repertório e criar conexões estratégicas. A ideia é transformar esse conhecimento em iniciativas práticas que gerem impacto real no setor produtivo baiano”, finaliza o empresário.

