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Marcela Mc Gowan fala sobre “rippling” nas próteses após emagrecimento e especialista explica o efeito!

Dr. Carlos Tagliari explica por que pode surgir depois da perda de gordura corporal e quais são os caminhos mais indicados para corrigir o aspecto ondulado do silicone

Por Michel Telles
Às

Atualizado
Marcela Mc Gowan fala sobre “rippling” nas próteses após emagrecimento e especialista explica o efeito!

Foto: Redes Sociais

Após revelar nas redes sociais que percebeu mudanças nas próteses de silicone depois de emagrecer, a ex-BBB 20 Marcela Mc Gowan acabou levantando uma dúvida comum entre mulheres que passaram por perda de peso significativa. A médica contou aos seguidores que desenvolveu o chamado “rippling”, alteração estética que deixa ondulações visíveis ou palpáveis na lateral das mamas.

“Meu silicone aconteceu algo chamado rippling, que é quando ele tipo enruga na lateral. Como eu emagreci muito, fica muito evidente. Não tem risco nenhum, mas, para resolver, só com cirurgia”, explicou Marcela ao falar do receio de enfrentar um novo procedimento neste momento, enquanto vive os preparativos para o casamento com a cantora Luísa Martins.

Segundo o cirurgião plástico, Dr. Carlos Tagliari, o quadro costuma aparecer principalmente em pacientes que perderam gordura corporal e passaram a ter menos cobertura sobre a prótese. “O rippling acontece quando a prótese fica mais aparente por baixo da pele, criando pequenas ondulações que podem ser vistas ou sentidas. Isso é mais frequente em pacientes muito magras ou que emagrecem rápido, porque diminui a camada de gordura que ajudava a camuflar o implante”, explica o médico.

Dr. Carlos Tagliari destaca que, apesar do desconforto estético, o problema normalmente não representa risco à saúde. “Não significa que a prótese rompeu ou que exista algo grave acontecendo. Na maioria das vezes, é uma questão visual mesmo. O incômodo maior costuma ser na autoestima da paciente”, afirma.

De acordo com o especialista, a indicação de tratamento depende da intensidade do caso e das características físicas de cada mulher. “Existem situações em que conseguimos melhorar trocando o plano da prótese, escolhendo outro formato ou associando enxerto de gordura para dar uma cobertura maior. Cada paciente precisa ser avaliada de forma individual, porque não existe uma solução única”, completa.

O relato de Marcela também trouxe à tona um movimento cada vez mais frequente nos consultórios: pacientes que fizeram procedimentos há anos e agora revisitam escolhas antigas após mudanças no corpo, gravidez ou emagrecimento. “Hoje as pacientes chegam muito mais informadas e conscientes. Muitas vezes não é uma busca por aumentar volume, mas por naturalidade, conforto e harmonia com a fase atual da vida”, finaliza Dr. Carlos Tagliari.

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