Banner Desktop

Filho de ministro do STJ agride garota de programa e faz dívida de aluguel

Mauro Paciornik é filho do ministro Joel Ilan Pacionik.

Por Da Redação
Às

Filho de ministro do STJ agride garota de programa e faz dívida de aluguel

Foto: Reprodução / Redes Sociais

O advogado Mauro Paciornik, filho do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Joel Ilan Paciornik, está sendo cobrado por uma dívida de mais de R$ 60 mil em um processo protocolado na 5ª Vara Cível de Brasília. De acordo com o documento, Mauro teria abandonado o apartamento danificado após agredir uma mulher no local. 

O advogado também teria sido acusado de pagar aluguel e as taxas condominiais durante quatro meses. Os autos do processo apontam que o apartamento, localizado às margens do Lago Paranoá, foi alugado por R$ 6,5 mil em abril de 2025. Mauro teria pagado o valor apenas até agosto do mesmo ano. As informações foram divulgadas pela coluna Dinheiro&Negócios do portal Metrópoles. 

Após quatro meses de atraso, os locatários descobriram que Paciornik não morava mais no local. O filho do ministro teria abandonado o local devido à determinações de uma medida protetiva, expedida pela Justiça, após ter agredido uma mulher dentro do apartamento. A vítima continuo vivendo no local mesmo sem energia elétrica, que foi cortada por falta de pagamento. 

De acordo com a coluna, a mulher contou às autoridades que exercia a atividade de "acompanhante". De acordo com o depoimento, o advogado teria pedido para que ela largasse o trabalho e perguntou quanto ela aceitaria para fazer isso. 

Já Mauro contesta as alegações e disse que a relação era conturbada justamente porque ela não deixou de exercer a função de "garota de programa". Ele teria alegado que repassou mais de R$100 mil à mulher sob a promessa de que teriam uma relação exclusiva, ela teria sido agredida após o filho do ministro descobrir que ela estava exercendo a atividade às escondidas. 

O apartamento foi devolvido com móveis e eletrodomésticos destruídos.

Por meio de nota, a defesa de Mauro Paciornik informou que “o suposto episódio noticiado foi arquivado a pedido do Ministério Público, que não identificou nenhum crime”. “Além disso, as medidas protetivas mencionadas na publicação foram revogadas pelo Poder Judiciário, com anuência expressa das partes, em decisão transitada em julgado”, diz o comunicado.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie:redacao@fbcomunicacao.com.br
*Os comentários podem levar até 1 minutos para serem exibidos

Faça seu comentário