Carolina Dieckmann aposta em radiofrequência monopolar para cuidar da firmeza da pele sem mudar os traços!
Procedimento estimula a produção de colágeno e pode melhorar firmeza, elasticidade e textura da pele sem alterar o formato natural do rosto

Foto: Redes Sociais
A escolha de Carolina Dieckmann por um procedimento voltado à qualidade da pele chama atenção para uma tendência que vem ganhando espaço na estética: tratamentos que ajudam a preservar a aparência natural, sem necessariamente acrescentar volume ou modificar os contornos do rosto.
Aos 47 anos, a atriz mostrou o resultado do procedimento em um evento realizado nessa quarta-feira (26), a radiofrequência monopolar, tecnologia que utiliza energia térmica para promover um aquecimento controlado das camadas da pele. O objetivo é estimular uma resposta de remodelação do colágeno, favorecendo melhorias progressivas na firmeza e na qualidade cutânea.
Para a Dra. Fernanda Nichelle, médica especialista em estética, o procedimento tem uma proposta diferente daqueles tratamentos que modificam diretamente o volume ou o desenho facial.“A radiofrequência monopolar promove um aquecimento controlado dos tecidos, estimulando a produção e a reorganização do colágeno. Com isso, podemos trabalhar a flacidez, a firmeza e a qualidade da pele de maneira gradual, preservando os contornos naturais do rosto.”
O colágeno tem papel fundamental na sustentação e elasticidade da pele. Com o envelhecimento, sua produção diminui, o que pode contribuir para a perda de firmeza, alterações na textura e aparecimento de sinais de flacidez. “Quando estimulamos o colágeno, buscamos melhorar a estrutura e a qualidade da pele. O resultado não é uma transformação imediata, mas uma evolução progressiva, com uma pele que pode ficar mais firme, elástica e com aspecto mais saudável”, explica a médica.
Além da flacidez, a radiofrequência monopolar pode contribuir para melhorar a textura e a aparência geral da pele. Por não acrescentar volume, também se encaixa na proposta de quem deseja resultados mais discretos. “Hoje existe uma procura muito grande por procedimentos que não mudem a identidade facial. A pessoa quer continuar com o próprio rosto, mas com uma pele mais firme, bem cuidada e com melhor qualidade. É justamente aí que entram os tratamentos que estimulam o colágeno”, afirma Fernanda.
A especialista ressalta, porém, que a indicação deve ser individualizada. O grau de flacidez, a qualidade da pele, a idade e as características de cada paciente precisam ser avaliados antes da realização do procedimento. “É importante lembrar que cada pele responde de uma maneira. A radiofrequência monopolar pode ser uma excelente ferramenta, mas o tratamento precisa ser planejado de acordo com a necessidade de cada paciente. O objetivo é sempre buscar uma melhora que respeite a anatomia e mantenha a naturalidade”, finaliza a médica.


