Anvisa proíbe venda de lote de remédio falsificado para cancêr de mama
A determinação atingiu unidades falsificadas do Phesgo e outros manipulados

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de um lote falsificado do medicamento Phesgo, indicado para o tratamento do câncer de mama, e de três lotes falsos da toxina botulínica Dysport.
Além disso, a agência proibiu a propaganda, divulgação e comercialização de produtos à base de cannabis sem autorização sanitária.
No caso do Phesgo, a fabricante Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos, informou à Anvisa que identificou a circulação de produtos adulterados pertencentes ao lote B5011B05, com fabricação em junho de 2025, no mercado brasileiro.
Segundo a Agência, os produtos falsificados não devem ser armazenados, comercializados ou utilizados. Os profissionais devem, portanto, conferir as informações dos lotes antes de aplicar ou usar o medicamento.
O medicamento Dysport, utilizado em tratamentos terapêuticos e estéticos à base da toxina botulínica tipo A, também teve determinação da Anvida para proibição de venda e distribuição de lote falsificado. Segundo a Beaufour Ipsen Farmacêutica, os lotes P08191, com validade até abril de 2029; P08192, maio de 2029; e P22368, válido até fevereiro de 2029, não constam no registro da empresa.
A recomendação é que seja feita a verificação dos lotes dos medicamentos e produtos para que os mesmos não sejam utilizados. Em caso de reconhecimento, a Agência orienta que seja comunicado aos órgãos de vigilância sanitária.
A resolução abrange ainda medicamentos manipulados da empresa Queen Pharma Aesthetic, associados ao emagrecimento, perda de gordura localizada, saúde capilar e melasma; e outro medicamentos comercializados pela Farmácia Malheiro.


