Terroristas islâmicos presos pela PF tinham Lula como alvo no Brasil
Desde 2016, a Polícia Federal concluiu 32 inquéritos em que identificou o crime de terrorismo no país

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Há algumas semanas o governo do presidente Donald Trump, nos Estados Unidos, classificaram facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), como organizações terroristas. No Brasil, a Polícia Federal concluiu, desde 2016, 32 inquéritos que identificou o crime de terrorista, com ao menos uma pessoa condenada em casa caso, conforme dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação (LAI).
Segundo o portal Metrópole, esses terroristas atuam no país com motivação religiosa e muitas vezes são ligados ao Estado Islâmico e ao Boko Haram.
Em apenas cinco meses, quatro operações secretas foram realizadas pela PF. Nessas ações, foram presas cinco pessoas e feitas buscas e apreensão em outras duas.
Conforme a publicação, a maioria dos casos registrados aconteceu no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entre 2023 e 2026. Em um deles, um dos presos foi recrutado por um terrorista já condenado.
O terrorista havia publicado uma foto de Lula e escrito que o petista era "inimigo" por ter posado ao lado do sírio Bashar Al-Asad e que há razões para “odiar a narco-democracia brasileira” e “tentar derrubá-la”.
A publicação foi feita em 8 de dezembro de 2024, dia da deposição de Assad, que é considerado um adversário do grupo terrorista Estado Islâmico.
Os suspeitos presos foram identificadas como "lobos solitários". Eles tinham feito juramento do Estado Islâmico e compravam armadas, explosivos e produtos químicos para realizar ataques dentro do Brasil.


