Remédios no Brasil devem ficar mais caros a partir de quarta-feira (1º)
A Cmed prevê um aumento médio de 1,95%.

Foto: Imagem Ilustrativa. Créditos: Pillar Pedreira/Agência Senado/Flickr
Os remédios no Brasil deverão ficar mais caros a partir da próxima quarta-feira (1°). A Câmara de Regulação de Mercado de Medicamentos (Cmed), responsável por definir a alta anual, prevê o aumento médio de 1,95%, abaixo da inflação de 3,81% medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nos últimos 12 meses.
Segundo previsões, os reajustes deverão variar entre 1,13% e 3,81% a depender do nível de concorrência. Assim, os remédios de maior concorrência devem ter um alta de até 3,81%; os remédios de concorrência intermediária de 2,47%; e os remédios com menor concorrência poderão ajustar os valores em até 1,13%.
A exceção às regras de reajustes são os medicamentos fitoterápicos, homeopáticos e os isentos de prescrição de alta concorrência no mercado.
Caso as mudanças recebam aval do governo federal e entrem em vigor, o aumento dos valores não vai ocorrer de forma automática e nem imediata. A resolução do Cmed deve ser publicada na terça-feira (31).


