Operação El Patrón: deputado Binho Galinha é condenado a 36 anos de prisão
Justiça determinou regime fechado e decretou a prisão preventiva do parlamentar

Foto: Divulgação/ALBA
O deputado estadual Binho Galinha (Avante) foi condenado nesta quinta-feira (9) a 36 anos e 9 meses de prisão por crimes relacionados à posse e ao porte ilegal de armas no âmbito da Operação El Patrón.
A decisão, proferida pela Vara Criminal de Feira de Santana, determina o cumprimento da pena em regime inicial fechado, decreta a prisão preventiva do parlamentar e impede que ele recorra em liberdade.
Entenda
Do total de 36 anos e 9 meses de pena aplicada a Binho Galinha, 26 anos e 3 meses correspondem aos crimes de posse e porte de armas de uso restrito e com numeração adulterada. Os outros 10 anos e 6 meses referem-se à posse irregular de armas de uso permitido.
O deputado também foi condenado ao pagamento de 210 dias-multa, no valor de 1/30 do salário mínimo vigente na época dos fatos.
Outros condenados
Além de Binho Galinha, outros quatro réus foram condenados:
•Mayana Cerqueira da Silva: 3 anos e 6 meses de reclusão, pagamento de 10 dias-multa e cumprimento da pena em regime aberto, com direito de recorrer em liberdade.
•Thierre Figueredo Silva: 6 anos e 9 meses de reclusão, 1 ano de detenção e 34 dias-multa, com cumprimento da pena em regime semiaberto. Ele também poderá recorrer em liberdade.
•Jackson Macedo Araújo Júnior, conhecido como Macaco: 6 anos e 9 meses de reclusão, além de 24 dias-multa, com cumprimento da pena em regime semiaberto.
•Roque de Jesus Carvalho: 3 anos, 4 meses e 15 dias de reclusão, 1 ano de detenção e 22 dias-multa, com início do cumprimento da pena em regime semiaberto. Assim como os demais, ele poderá recorrer em liberdade.
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