• Home/
  • Notícias/
  • Brasil/
  • MP pede condenação de Renato Cariani a 51 anos de prisão por tráfico e lavagem de dinheiro

MP pede condenação de Renato Cariani a 51 anos de prisão por tráfico e lavagem de dinheiro

Em 2023, a Operação Hinsberg desmontou um esquema de desvio de produtos químicos para produzir toneladas drogas; empresa de Cariane estaria envolvida

Por Da Redação
Às

Atualizado
MP pede condenação de Renato Cariani a 51 anos de prisão por tráfico e lavagem de dinheiro

Foto: Reprodução/ redes sociais

O Ministério Público de São Paulo pediu a condenação do empresário e influenciador fitness Renato Cariani por conta dos crimes de tráfico de matéria-prima, que eram direcionados à fabricação de drogas e lavagem de dinheiro.

Caso o pedido seja acatado, a pena do influenciador pode variar de 16 a 51 anos de prisão, inicialmente em regime fechado. Cariani, atualmente, responde ao processo em liberdade.

Além da condenação de Cariani, o MP pede que os empresários Fábio Spindola Mota e Rodrigo Gomes Pereira também sejam condenados pelos crimes e participação no esquema.

Em nota, os advogados de Cariani afirmam que recebem o pedido de condenação com naturalidade, “receber com naturalidade o pedido de condenação formulado pelo Ministério Público”.

“Como parte acusadora, o órgão sustentou a tese que vinha defendendo desde o início da ação penal, e o pedido não representa nenhuma surpresa. O processo se encontra agora em fase de alegações finais defensivas. Nela, a defesa irá responder a cada uma das teses apresentadas pelo Ministério Público e demonstrar, com base na prova produzida ao longo da instrução, que elas são improcedentes”, disseram os advogados.

Relembre o caso

Em dezembro de 2023, Renato Cariani foi um dos alvos da Operação Hinsberg, que investigava e desmontava um esquema de desvio de produtos químicos para produção de toneladas de drogas, especialmente crack e cocaína.

Na época, a Polícia Federal apontou que Cariani era sócio de uma das empresas envolvidas nas fraudes. A empresa era responsável por burlar venda de insumos para empresas farmacêuticas; logo após, o material era desviado para refino de cocaína.

A empresa é Anidrol Produtos para Laboratórios, que fica localizada em Diadema, em São Paulo.

Promotores de atuação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo (Gaeco) afirmam que a empresa de Renato Cariani simulou 59 vezes venda de produtos para gerar pedidos fictícios para justificar o desvio.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie:redacao@fbcomunicacao.com.br
*Os comentários podem levar até 1 minutos para serem exibidos

Faça seu comentário