Mais de 70% das prisões em jogos do Palmeiras são de devedores de pensão alimentícia
Números são resultados da parceria entre o clube e a Secretaria de Segurança de São Paulo

Foto: Marcos Ribolli
A parceria entre o Palmeiras e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo já registraram 49 prisões em jogos do clube como mandante, no Nubank Parque e na Arena Crefisa Barueri.
Dessas prisões, 35 são de pessoas com mandados em aberta por falta de pagamento de pensão alimentícia que tentaram entrar em jogos do clube.
"Os números mostram que a parceria entre o Palmeiras e as autoridades de segurança pública do estado tem contribuído não apenas com a proteção dos nossos torcedores no estádio, mas também com o cumprimento de decisões judiciais e com a garantia dos direitos de crianças e famílias que dependem do pagamento da pensão alimentícia", diz a presidente do clube Leila Pereira.
Além dos casos de pensão alimentícia, houveram prisões de indivíduos procurados por outros crimes, como pedofilia e tráfico de drogas.
As prisões são realizadas desde 2023, quando o Palmeiras implementou a biometria facial em 100% dos ingressos que comercializa.
Após serem identificadas, essas pessoas são impedidas de girar as catracas de acesso ao estádio e conduzidas pelas autoridades policiais.


