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Lula e Trump se reúnem nesta quinta (7) para tratar da exploração de minerais críticos brasileiros, combate ao crime organizado e demais pautas; confira

Presidente brasileiro deve citar o projeto aprovado na quarta-feira (6), que cria o Marco Legal para Minerais Críticos

Por Da Redação
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Lula e Trump se reúnem nesta quinta (7) para tratar da exploração de minerais críticos brasileiros, combate ao crime organizado e demais pautas; confira

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente estadunidense, Donald Trump, se reúnem nesta quinta-feira (7), na Casa Branca, em Washington, para tratar de pautas como exploração de minerais críticos brasileiros, combate ao crime organizado, eliminação total das tarifas, e investigações sobre o PIX.

A reunião é classificada como "visita de trabalho" e a comitiva de Lula indica que os líderes devem tratar as temáticas apresentadas, com destaque a exploração dos minerais críticos e terras rasas, pauta estratégica para os Estados Unidos, ao considerar que o Brasil concentra a segunda maior reserva dos minerais críticos.

Os minerais são considerados essenciais para a transição energética, indústria de defesa e a produção de tecnologia. Diante do interesse de Trump, Lula deve citar o projeto aprovado na quarta-feira (6), na Câmara dos Deputados, que cria o Marco Legal para Minerais Críticos.

Com a aprovação do projeto, a lei estabelece as regras de exploração de elementos como lítio, cobalto, nióbio, grafite e terras rasas. Além da criação de um conselho para gerir os recursos e avaliar risco geopolítico e econômico de parcerias internacionais, limitação a exportação de materiais brutos, e criação de incentivos fiscais para empresas que invistam no beneficiamento e exportação de produtos com maior valor agregado. O texto ainda cria um fundo de R$ 5 bilhões, com recursos públicos e privados.

Outro tema que deve ser debatido é a cooperação internacional no combate ao crime organizado, diante da presença do ministro da Justiça e do diretor-geral da Polícia Federal na comitiva de Lula. O governo estadunidense considera a possibilidade de classificar as facções criminosas brasileiras como "organizações terroristas", mas o Itamaraty vai contra a ideia e prefere focar na cooperação técnica para repressão à lavagem de dinheiro e tráfico de armas.

Lula também levou os ministros da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para discussões na área econômica. Os Estados Unidos, inclusive, investigam se o Pix cria um monopólio estatal que prejudica empresas estadunidense de cartões e pagamentos como Visa, Mastercard e Paypal. 

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que Lula vai contestar as alegações estadunidenses contra o sistema de pagamento instantâneo brasileiro.

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