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Federação Francesa rompe apoio a Infantino na eleição para presidente da Fifa

Philippe Diallo afirma que decisões do dirigente quebraram a confiança da entidade e cita divergências sobre a gestão do futebol mundial.

Por Da Redação
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Federação Francesa rompe apoio a Infantino na eleição para presidente da Fifa

Foto: Baptiste Fernandez/Icon Sport

A Federação Francesa de Futebol (FFF) retirou oficialmente o apoio à candidatura de Gianni Infantino à presidência da Fifa. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (10) por Philippe Diallo, presidente da entidade, após reunião do Comitê Executivo. França, Bélgica, Alemanha, Itália e Inglaterra já se posicionaram contra a permanência do atual dirigente.

Segundo Diallo, medidas adotadas durante a gestão de Infantino, entre elas o plano de venda de ações da Copa do Mundo, provocaram um desgaste considerado grave dentro do futebol internacional. O presidente da FFF afirmou ainda que a entidade não se identifica mais com a forma como o suíço conduz a principal organização do futebol mundial. 

"Essas iniciativas (como o plano de venda de ações da Copa do Mundo) prejudicaram seriamente a imagem e a unidade do futebol. Eu e meus colegas do Comitê acreditamos que a confiança depositada no presidente da Fifa foi quebrada. A maneira como imaginamos a gestão do futebol mundial não se alinha mais com nossos valores. Por isso, por unanimidade, o Comitê Executivo da FFF decidiu retirar seu apoio à candidatura de Gianni Infantino à presidência da FIFA. Nossa posição é clara", disse Diallo. 

A eleição para a presidência da Fifa está marcada para 18 de março de 2027, em Rabat, no Marrocos. Apesar da movimentação contrária de algumas das principais federações europeias, Infantino continua sendo, até o momento, o único candidato declarado ao cargo. 

Infantino assumiu a presidência da Fifa em fevereiro de 2016, quando substituiu Joseph Blatter. Três anos depois, foi reeleito sem adversários e voltou a conquistar um novo mandato em 2023. Agora, busca permanecer no comando da entidade em meio ao crescente desgaste com parte das federações europeias.
 

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