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Após abertura do ano legislativo, Aladilce rebate discurso de Bruno Reis e critica “cidade de conto de fadas”

Vereadora afirmou que prefeito apresentou fatos que não condizem com a realidade do município

Por Da Redação
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Após abertura do ano legislativo, Aladilce rebate discurso de Bruno Reis e critica “cidade de conto de fadas”

Foto: Divulgação

A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) criticou nesta segunda-feira (2) o discurso do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), durante a sessão solene de abertura do ano legislativo na Câmara Municipal. 

Segundo ela, a fala do chefe do Executivo municipal apresentou um retrato que “não corresponde à realidade vivida pela população da capital baiana”.

Aladilce contestou, por exemplo, a avaliação do prefeito sobre o desempenho econômico da cidade. Embora Bruno Reis tenha citado o Imposto Sobre Serviços (ISS) como principal fonte de arrecadação do município, associando o dado à vitalidade da economia local, a vereadora afirmou que esse crescimento “não se reflete na renda da população”.

“A fala do prefeito foi de uma cidade com tudo muito positivo, como se nós vivêssemos num conto de fadas, e não é essa a realidade. Ele disse que Salvador tem no ISS a principal fonte de arrecadação, o que indicaria vitalidade econômica e aumento da renda. Só que isso não se reflete no PIB per capita. Se o ISS vai tão bem, o PIB per capita deveria crescer também. Salvador é a última capital nesse indicador”, afirmou.

A vereadora também criticou as declarações do prefeito sobre sustentabilidade e arborização. Segundo ela, Salvador tem “um dos menores percentuais de áreas verdes por habitante”, além de avenidas e trechos da orla com pouca ou nenhuma arborização.

PDDU

Aladilce afirmou ainda que, ao longo de 2026, a oposição pretende intensificar a fiscalização das políticas públicas municipais. Entre as prioridades, citou o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), defendendo que o processo de revisão seja “participativo e baseado na escuta da população”.

Ela também criticou a condução do tema pela prefeitura e avaliou que “não é adequado que o PDDU seja elaborado a partir de estudos de empresas que não conhecem a realidade da cidade”.
 

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